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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

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Judicial Urgente

E-mail recebido em uma Agência da Previdência Social:

De: Fulana de Tal
Enviada em: sexta-feira, 03 de fevereiro de 2012
Para: Agência da Previdência Social
Assunto: Solicitação de Cópia de Processo

Com o fim de subsidiar defesa no processo XXXXX, movido na X Vara do Distrito Federal, solicito o envio de cópia do processo administrativo do autor Ciclano da Silva.

Prazo para cumprimento: 30/02/2012

Atenciosamente,
Fulana de Tal
Procuradora Federal

(Nota do autor: para quem não conhece a redação dos procuradores, saibam que todos destacam o prazo para cumprimento, não tratando-se de estilo do autor)

sábado, 10 de dezembro de 2011

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Lote de um

Servidor responsável por cumprir revisões por ordem judicial comenta com um colega.

Servidor1: Cara, aprendi a fazer revisão por lote no sistema “X”. Muito legal! Você informa os parâmetros judiciais do benefício e ele já executa… Ganha um tempão!!

Servidor2: Legal! Quantos benefícios dá pra colocar?

Servidor1: Não sei não. Até agora só coloquei um benefício no lote.

Servidor2: Ué… Agora é lote de um? (risos)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

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Sentença pré-mold?

Servidor atuando como preposto vivencia o seguinte diálogo:

Juiz: O senhor conheceu o Fulano de Tal quando?

Testemunha: Olha, não lembro a data certinha, mas foi no ano de 1990 mais ou menos.

Juiz: O senhor sabe se ele trabalhou na roça?

Testemunha: Olha, eu lembro dele comentar que era trabalhador rural…

Juiz: O senhor sabe o período?

Testemunha: Olha, se eu não me engano foi na década de 70… Mas não tenho certeza não…

O juiz meio impaciente, começa a perguntar algumas coisas bem específicas que foram perguntadas na petição inicial e que com certeza a testemunha não iria saber por não ter trabalhado com o cidadão…

Juiz: O senhor sabe em qual propriedade rural ele trabalhava?

Testemunha: Não sei não senhor.

Juiz: O senhor tem certeza?

Testemunha: Tenho sim senhor.

Juiz: O senhor sabe se ele tinha algum apelido naquela época?

Testemunha: Não sei não senhor…

Nisso, o juiz já mais impaciente porque a “condução” do depoimento não estava levando no ponto “certo”, questiona novamente:

Juiz: O senhor tem certeza que não sabe o apelido?

Testemunha: Tenho sim senhor.

Juiz: O apelido dele não era “grilo” ?

Testemunha: Ah!! Agora que o senhor falou, eu lembrei. Era esse mesmo o apelido que ele me falou!!!
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