sábado, 17 de dezembro de 2011

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Qual era a perna mesmo?

Segurado adentra na sala de perícia médica apoiado em muletas.

Iniciado o procedimento de perícia, o médico pede para ver em qual perna estava o problema relatado.

Nisso o segurado aponta a perna direita.

O médico segue o exame, aperta aqui, o segurado geme, aperta lá, o segurado geme mais.

Satisfeito com o exame clínico, pega o laudo médico para ver o que o médico particular havia relatado.

Eis o diagnóstico:

“Paciente com o problema XXX – Perna Esquerda. Afastamento de xxx dias. CID xxxx”

Perguntado ao segurado o que ocorria da divergência, este sai com esta:

Segurado: Sei lá. Vai ver que o médico não sabe a diferença entre direita e esquerda…

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

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Ela é mansinha

Segurado chega na APS trazendo um porquinho com lacinho, na coleira, parecendo o verdadeiro “Baby”, e pede para falar com o servidor:

Segurado: Toma para você, pra fazer um leitãozinho no Natal.

Servidor: Eu não posso aceitar, não. Muito obrigado.

Segurado: Pode levar. É de coração!

Servidor: Insisto. Não posso aceitar. Mesmo que pudesse, como que eu ia levar esse bicho pra casa?

Segurado: Ah, não ia ter problema não… Ela é mansinha, mansinha!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

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Faltam dois anos

Segurada tem seu benefício indeferido por falta de tempo de contribuição, ao que a servidora explica:

Servidora: Olha, a senhora ainda não tem o tempo de contribuição. Faltam dois anos. Daqui dois anos a senhora retorna para dar nova entrada.

Passados dois anos, eis que a senhora cai novamente com a mesma servidora, por um dos acasos do destino.

Servidora habilita o benefício e verifica que o tempo de contribuição da segurada não mudou.

Segue o diálogo:

Servidora: Minha senhora, você não pagou mais nenhuma… Aí não adianta nada… A senhora não vai conseguir se aposentar neste ano…

Segurada: Ué. A senhora falou que faltava dois anos… Eu esperei os dois anos…

sábado, 10 de dezembro de 2011

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Lote de um

Servidor responsável por cumprir revisões por ordem judicial comenta com um colega.

Servidor1: Cara, aprendi a fazer revisão por lote no sistema “X”. Muito legal! Você informa os parâmetros judiciais do benefício e ele já executa… Ganha um tempão!!

Servidor2: Legal! Quantos benefícios dá pra colocar?

Servidor1: Não sei não. Até agora só coloquei um benefício no lote.

Servidor2: Ué… Agora é lote de um? (risos)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

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Segurada confundindo as coisas

Segurada bemmmmm idosa, extremamente nervosa quando soube do indeferimento de seu benefício, inicia diálogo com a servidora:

Segurada: Mas isso é um absurdo! Como é que vocês não consideraram esse período aqui?

Servidora: Esse período foi considerado para tempo de contribuição, não para carência.

Segurada: Mas isso aqui é um absurdo! Tá na lei aqui…

Nisto mostra pra servidora “a lei”.

Depois de mais alguns minutos de “isso é um absurdo” e a servidora pacientemente explicando a diferença entre os conceitos, um vigilante se aproxima e acompanha com mais atenção a discussão, visando garantir que não houvesse qualquer tipo de problema…

A segurada, após notar a presença do vigilante acompanhando atentamente o desenrolar da história, sai com esta:

Segurada: É bom eu parar né… Esse vigilante não pára de olhar pra mim. Das duas uma: ou ele vai me bater ou ele tá me paquerando…

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

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PEP - neologismo

O instituto possui o Programa de Educação Previdenciária – PEP, no qual executa palestras para a sociedade em geral.

Um servidor, em sua apresentação para uma quantidade enorme de servidores, solta esta:

Palestrante: Nós do PEP fazemos um trabalho importantíssimo para a sociedade. Me sinto muito feliz por ser um pepiano (sic)!

Após a criação do neologismo, lá no “fundão”, um servidor pergunta para o do lado:

Servidor: Meu, por que que ele tá falando peniano (sic) lá na frente? O que tem haver com a palestra? (risos)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

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Gerente Vigilante

Segurado muito nervoso, estava “dando trabalho” no saguão de uma agência, querendo ser atendido imediatamente, na frente de todos que aguardavam.

Após ser avisado, o gerente se aproxima e inicia a seguinte situação:

Gerente: Bom dia, senhor. O que o senhor precisa?

O segurado dá uma olhada no indivíduo, alto e largo, com pinta de “vigilante de boate”, e avisa:

Segurado: O senhor é vigilante? Chama o gerente pra mim.

Gerente: Sou eu o gerente. O que o senhor precisa?

Nisto, o segurado se acalma imediatamente (!!!), abaixa o tom de voz, e diz:

Segurado: Não preciso de nada não, doutor. Só uma senha pra mim tá bom.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

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Revisão do Teto

Segurada se aproxima do balcão e começa o diálogo:

Segurada: Olha, queria saber sobre aquela revisão que saiu na televisão.

Servidora: Ah, a senhora está falando da revisão do teto? O que a senhora precisa saber exatamente?

Segurada: É revisão do teto? Se for eu não vou ter direito não. Recebo pensão por morte e meu marido era encanador…

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

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Traz o terço

Na época do INAMPS, dizem que a seguinte situação foi vivenciada:

Chega o segurado passando muito mal e vai direto para o consultório.

Nisto, começa o tratamento:

Médico: Me traz a gaze!

Servidor: Acabou.

Médico: Me dá o remédio X.

Servidor: Acabou.

Médico: Então traz o terço! Já que não dá pra cuidar do corpo, vamos cuidar da alma!

domingo, 4 de dezembro de 2011

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Apaguei a vela

Gerente recebe um e-mail informando que receberia 07 servidores novos.

Nisto, liga para quem enviou e fala:

Gerente: Nossa! Muito obrigado! Estava precisando muito! Até acendi uma vela aqui pra você.

Uma semana depois, recebe novo e-mail, informando que a divisão de vagas mudou pela diminuição do número de vagas do concurso, e que receberia um único servidor.

Nisto, liga novamente para quem mandou o e-mail e avisa:

Gerente: Lembra daquela vela? Já apaguei!

sábado, 3 de dezembro de 2011

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Muita Democracia

Causo ocorrido numa pequena agência no interior do nordeste brasileiro, em um dia bem tranquilo:

Segurado chega de muletas à mesa de atendimento. Após os procedimentos no sistema, o servidor informa que acaba de agendar o pedido de prorrogação e fazer a transferência do benefício para aquela localidade.

Eis o diálogo:

Segurado: Caramba! Aqui é muito rápido!

Servidor: É. Hoje, graças à Deus, está tranquilo. Vejo aqui que você fez perícia em "Capital de um estado”. Capital deve ser bem complicado pela quantidade de gente.

Segurado: Sim. Rapaz, lá tem muita gente para fazer perícia. Mas isso nem foi o problema. Imagina que eu, de muletas, tive que ir em duas agências pois o pessoal lá cada hora me pedia uma documentação diferente. Uma democracia do car()!#* !!!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

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Eficácia

No processo de aposentadoria por tempo de contribuição com análise de atividade insalubre, o servidor faz a seguinte exigência:

“Informar a eficácia da tecnologia de proteção individual, item 15.9 do PPP apresentado”.

Ao que o segurado apresenta a seguinte “declaração” em resposta:

“Declaro a quem possa interessar que jamais trabalhei em uma empresa chamada Eficácia da Tecnologia Individual”.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

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A importância da “ponta”

No INSS, a “ponta” é a agência da previdência social, responsável por efetivamente cumprir a missão da instituição, atendendo o público e tendo o contato com a sociedade.
Num encontro de gestores, dizem que várias foram as falas sobre a importância da “ponta” para a instituição.
Seguem alguns registros:
1) “Vocês que estão na ponta que fazem o INSS acontecer”.
2) “São vocês que cuidam da ponta”.
3) “É um prazer estar na ponta e fazer justiça social neste país”.
4) “Quando os indicadores não estão bem, estão no vermelho, é quem está na ponta que resolve”.
5) “Vocês são líderes em suas comunidades. Vocês que estão na ponta que tem contato com a população”.
6) “Gerir é cuidar do servidor, do cidadão e da unidade. Em outras palavras, para vocês que atendem público, gerir é cuidar da ponta”.
7) “O INSS não é nada sem a ponta”.
8) “Na ponta, é importantíssimo o gestor ter visão 360 graus”.
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Novo indicador de desempenho

Após a apresentação dos indicadores de desempenho 2012, o servidor sai com esta:
Servidor: Olha, acho que você deveria sugerir a criação do I. M. EN.
Depois das risadas corriqueiras, segue a continuação da piada:
Gerente: Vamos lá. Desenvolve o que é o I. M. EN pra galera terminar de rir.
Servidor: É o Índice de Medida da Entubada – I. M. EN.. Se a entubada for muito forte, você pode gritar pra Brasília:
“Pára de entubar senão vai estourar o I. M. EN da agência”
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Cadastro Único

O governo federal possui o Cadastro Único dos Programas Assistenciais, também conhecido como CadÚnico.
É bom lembrar que o Registro Geral – R. G., o Cadastro de Pessoa Física – C. P. F., entre outros, obedecem o padrão de iniciais.
Como vocês podem notar, diferente das demais siglas utilizadas pelo governo, este não levou na sigla as iniciais da palavra, que seriam: C. Ú.
Um servidor, ao saber que teria que verificar se o segurado possui Cadastro Único para que o segurado de baixa renda possa contribuir para o INSS na alíquota de 5%, não aguenta e pergunta para o gerente da unidade:
Servidor: Eu vou ter que pedir para ver o C. Ú. do segurado?
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Guarda-chuva

A servidora estava ajudando a segurada a escrever o nome, soletrando letra por letra.

Servidora: - Agora vem o J.

Segurada: - Essa eu esqueci, como é mesmo que ela é?

Servidora: - É o cabo do guarda-chuva.

A segurada ficou pensativa por um momento depois perguntou:

- Guarda-chuva aberto ou fechado?
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