quarta-feira, 30 de novembro de 2011

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“Analfabetização”

Servidora entrega o processo para a chefe de seção de benefícios auditar.

A chefe ao começar a auditagem estranha o fato do RG do segurado encontrar-se assinado enquanto que o documento de atualização cadastral não estava, contendo somente a impressão digital.

Nisso chama a servidora pra esclarecer, ao que segue o presente diálogo:

Chefe: Fulana, não entendi esse processo. Me explica porque o cara sabe assinar no RG e não assinou aqui no comprovante de atualização cadastral.

Servidora: Ah, sei lá. Vai ver que ele virou analfabeto depois de velho!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

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Assinatura

Servidor atendendo uma segurada analfabeta, bem simples, termina o cadastro e pede:

Servidor: Minha senhora, assine aqui por favor.

Nisto, entrega a caneta para a segurada.

A segurada pega a caneta e faz vários rabiscos em zigue-zague.

O servidor vendo a situação, se espanta, e lembrando da condição de escolaridade da segurada, começa o diálogo:

Servidor: Minha senhora, a senhora é analfabeta! Por que a senhora rabiscou o documento se a senhora não sabe assinar?

Segurada: Ué, meu filho. Você pediu pra eu assinar. Eu assinei.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

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Secagem dos documentos

Servidora inicia o atendimento e verifica que uma pilha de documentos trazidas pelo segurado estava com pequenas marcas, como se tivessem sido queimadas, tanto na parte de cima quanto na parte de baixo.

Como se tratavam de documentos que o segurado iria necessitar (requerimento da empresa, laudos médicos, etc) acabou ficando curiosa e pergunta:

Servidora: Moço, desculpa perguntar, mas o que aconteceu com seus documentos?

Segurado: Ah, é que eles molharam. Aí eu fui secar no microondas. Mas eu esqueci de tirar os grampinhos e eles pegaram fogo! (risos)

domingo, 27 de novembro de 2011

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Não tô e nem vô

Servidora habilitando benefício rural no estado de São Paulo, recebe todos os documentos oriundos do nordeste brasileiro. Eram os documentos da propriedade, declaração do sindicato rural, INCRA, ITR, etc.

O único documento que não era do nordeste era o comprovante de residência em nome do segurado, que era de uma cidade vizinha da agência.

Estranhando a situação, desenvolve o seguinte diálogo:

Servidora: O senhor está trabalhando propriedade rural?

Segurado: Não tô e nem vô!

Servidora: Mas é sua?

Segurado: É sim senhora.

Servidora: Mas o senhor tá pagando INSS?

Segurado: Não tô e nem vô!

Servidora: Mas aí o senhor não vai ter direito a nenhum benefício.

Segurado: Ah. Eu nem queria! Só vim porque falaram que quem tem propriedade rural consegue se aposentar sem pagar nada.

sábado, 26 de novembro de 2011

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Servidora enganada

Servidora com aquele perfil “quero ajudar todo mundo” está na triagem, quando vivencia a seguinte experiência:

Cônjuge do segurado: Olha, meu marido está ali. Está passando mal. Ele tem perícia agendada para hoje. A senha dele é o número 200. Ainda está no número 77. Não tem como você fazer nada?

A servidora dá aquela olhada no segurado, com aquela aparência acabada, do tipo “faltam dez segundos para alcançar o Reino de Deus” e decide ajudar…

Passa o segurado na frente, com uma “mega prioridade”, e fica satisfeita com o seu desempenho.
Transcorrido duas horas, sai para o almoço.

Quando está se dirigindo para o restaurante, passando por uma praça, eis que se depara com o casal andando todo “pimposo” na praça, de mãos dadas, sacolas de compras na mão, o segurado “acabado” segurando boa parte destas, dos mais variados tipos e tamanhos…

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

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A culpa é da norma

Segurado insatisfeito com o indeferimento do benefício conversa com o servidor:

Segurado: Olha, queria que o senhor me explicasse porque meu benefício foi indeferido.

Servidor: É que o período insalubre do senhor não pode ser considerado.

Segurado: Mas por que não?

Servidor: Porque não tá de acordo com o que a norma diz…

Segurado: Então chama a dona Norma pra ela me explicar o que ela quer pra considerar meu período insalubre!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

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Qual a sua prioridade?

Por volta das 15hrs de uma sexta-feira, uma servidora vem conversar com o gerente da agência:

Servidora: Preciso que você libere um PAB pra mim. É um caso de um segurado que está parado há dois dias aguardando liberação.

Gerente: Olha, tudo bem. Na segunda-feira eu libero porque agora estou implantando uns benefícios judiciais que vieram com prazo, sob pena de prisão!

Servidora: Tá. Mas não tem como você liberar?

Gerente: Depende. Qual sua prioridade? Ver o PAB deste segurado liberado e me ver preso ou me ver livre e na segunda-feira eu liberar todos os PABs pendentes?

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

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Recurso – Investigação

Fundamentação do requerente no recurso acerca do indeferimento de seu benefício na condição de filho.

“Gostaria que fosse reanalisado o meu benefício que foi indeferido. Eu não tenho culpa se o meu pai não me registrou antes de morrer. Se o INSS não acredita que eu sou filho dele, que pague a investigação de paternidade para ter a comprovação” (…)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

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Detector de Metais

Servidor prestando serviço em uma APS pequena, no interior do país, com pouco movimento, estranhou quando todos foram para a retaguarda, não ficando ninguém no atendimento.

A justificativa é que o movimento era “tão fraco” que não compensava ficar todos os servidores lá durante o atendimento.

Durante os trabalhos, notou que em escala de revezamento, sempre um levantava e ia para o atendimento.

Curioso, perguntou para uma colega:

Servidor: Como vocês sabem que chegou alguém?

Servidora: Ah, pelo barulho do detector de metais! Já virou meio que um detector de presença… (risos)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

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Gravar o CD

Em uma APS é comum scanear o processo concessório e entregar ao segurado, que vai recursar na justiça, gravado em um CD.

Certo dia chegou um segurado solicitando cópias de seu processo.

Servidor: Traga um CD para eu gravar.

No dia seguinte.

Segurado: Tá aqui. Grave 3 forró e o resto brega.

domingo, 20 de novembro de 2011

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Data do aniversário

O cidadão de seus 40 e poucos anos, aparentava realmente ser uma pessoa bem simples, pegou a fila como todo mundo e chegando sua vez veio até o servidor na triagem e disse:

Segurado: Moço eu esqueci minha identidade sei que terei que voltar mais tarde mas você poderia só ver se meu benefício é daqui mesmo para eu voltar no lugar certo?

O servidor achou coerente e resolveu consultar só para checar se era da APS dele, afinal eu não lhe passaria nenhuma informação do benefício apenas confirmar o órgão mantenedor.

Servidor: Qual o seu nome completo senhor?

Segurado: Fulano de tal...

Servidor: Sr Fulano (que era um nome relativamente comum) qual a sua data de nascimento?

zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz................... (silêncio)

Servidor: Sr Fulano o senhor não sabe a sua data de nascimento?

Segurado: É dia 22

Servidor: 22 de quando?

Segurado: de 1966

Servidor: Certo senhor. O senhor me disse o dia e o ano, mas que mês que o senhor nasceu?

zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz................... (outro silêncio)

Servidor: O senhor não lembra o mês que o senhor nasceu?

Como o servidor já tinha o dia e o ano, resolveu mudar a pergunta…

Servidor: Quando que o senhor faz aniversário?

Segurado: Dia 22 de abril...

Apesar de não saber sua data de nascimento ao menos o segurado sabia a data do aniversário!!!

sábado, 19 de novembro de 2011

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Denúncia: o verdadeiro motivo

Denunciante comparece até o guichê de um agência e mantém o seguinte diálogo com o gerente da unidade:

Denunciante: Pedi para falar com o senhor porque queria denunciar o fulano de tal.

Gerente: Pode dizer. Qual o problema do benefício dele.

Denunciante: Então, ele não está doente não. Ele finge aqui pro INSS. Inclusive ele me bate… Como uma pessoa que não pode trabalhar, porque alega ter um problema na coluna de uma operação, pode bater na outra?

Gerente: Olha, a senhora tem certeza disso? O que a senhora é dele?

Denunciante: Tenho sim. Sou ex-esposa. Ele me bate toda semana! Inclusive, esse pilantra, pega o dinheiro e gasta com cervejada e mulherada. Ele até parou de pagar o curso que tava pagando pra mim neste último mês

Nisso, lágrimas escorrem do rosto da denunciante e o gerente percebe o verdadeiro motivo da “denúncia”…

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

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Denúncia – Utilização do dinheiro

Denúncia captada pela ouvidoria e enviada para resposta em uma APS.

Gostaria de denunciar o sr. Fulano de Tal que está encostado recebendo o benefício de auxílio-doença número 00000000000, Ele não está incapaz para o trabalho nem doente nem nada. Inclusive ele pega o dinheiro e compra drogas!

Peço que seja revisto o benefício dele.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

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Tratamento sem distinção

Nos longínquos tempos em que as senhas eram restritas, foi vivenciado o seguinte diálogo em uma APS qualquer:

Segurada: Preciso de uma senha para dar entrada na minha aposentadoria.

Servidor: Me desculpe, mas as senhas para aposentadoria já acabaram. Agora só amanhã cedo.

Segurada: Eu sou médica e não posso voltar amanhã. Sou muito ocupada com os plantões. Trabalho em três hospitais. Preciso de uma senha hoje.

Nisto, o servidor com toda a paciência do mundo, responde:

Servidor: A senha acabou pra pobre e pra rico... Tanto faz.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

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Sentença pré-mold?

Servidor atuando como preposto vivencia o seguinte diálogo:

Juiz: O senhor conheceu o Fulano de Tal quando?

Testemunha: Olha, não lembro a data certinha, mas foi no ano de 1990 mais ou menos.

Juiz: O senhor sabe se ele trabalhou na roça?

Testemunha: Olha, eu lembro dele comentar que era trabalhador rural…

Juiz: O senhor sabe o período?

Testemunha: Olha, se eu não me engano foi na década de 70… Mas não tenho certeza não…

O juiz meio impaciente, começa a perguntar algumas coisas bem específicas que foram perguntadas na petição inicial e que com certeza a testemunha não iria saber por não ter trabalhado com o cidadão…

Juiz: O senhor sabe em qual propriedade rural ele trabalhava?

Testemunha: Não sei não senhor.

Juiz: O senhor tem certeza?

Testemunha: Tenho sim senhor.

Juiz: O senhor sabe se ele tinha algum apelido naquela época?

Testemunha: Não sei não senhor…

Nisso, o juiz já mais impaciente porque a “condução” do depoimento não estava levando no ponto “certo”, questiona novamente:

Juiz: O senhor tem certeza que não sabe o apelido?

Testemunha: Tenho sim senhor.

Juiz: O apelido dele não era “grilo” ?

Testemunha: Ah!! Agora que o senhor falou, eu lembrei. Era esse mesmo o apelido que ele me falou!!!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

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Milagre na porta da agência – novas evidências

Abaixo, segue uma foto tirada na porta de uma APS.
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Ninguém sabe ao certo o que aconteceu para que o segurado tenha esquecido a muleta.

A tese mais aceita entre os servidores é que o cidadão ficou tão contente ao saber que conseguiu o benefício que saiu correndo para contar aos amigos e familiares, deixando para trás a coitada da muleta…

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

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Esquizofrenia

Certa vez, o servidor atendeu um segurado muito distinto.

De maneira educada, identificou-se como um juiz federal e falou que tinha um grande valor para receber, referente aos atrasados de um benefício.

Com a identidade do cidadão em mãos o servidor começou a procurar no sistema, qual seria o benefício que ele recebia. Nada foi localizado.

Como o senhor insistia que tinha dinheiro  a receber, o servidor tentou encontrar seu benefício de todas as maneiras possíveis.

Depois de algum tempo ele apontou para uma televisão que estava ligada na APS e disse para aumentar o volume, porque estavam falando sobre ele e sobre o valor que tinha para receber.

Só então o servidor percebeu que o caso do cidadão era de esquizofrenia, já que na televisão não estava passando nada sobre o INSS.

Mais tarde, foi concedido um benefício assistencial a este senhor, mas ele não quis receber os pagamentos. O motivo é que o médico perito informou que ele precisaria de um representante legal e isso ofendeu o segurado.

O sujeito protestou dizendo que não era louco e exigiu o cancelamento imediato do benefício.

domingo, 13 de novembro de 2011

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Trazer os carnês

Servidor entrega a carta de exigência para prosseguir com o benefício com o seguinte texto:

“TRAZER OS CARNES”

Infelizmente, nosso sistema não aceita acento…

No dia seguinte chega o segurado com 2kg de coxão mole pra entregar para o servidor…

sábado, 12 de novembro de 2011

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Dá para acreditar?

Viúva, ingressando com pedido de pensão por morte, está sentada ao lado da esposa e do filho do suposto assassino de seu marido.

Nisso a cônjuge que está no guichê ao lado, fala para o servidor do INSS:

Cônjuge: O meu marido tinha perícia marcada para hoje mas não vai poder vir. Gostaria de remarcar para outra data.

Na verdade, o que ocorria era que o marido da mesma não poderia ir porque encontrava-se foragido…

A viúva então, ao perceber que o suposto assassino de seu marido estava “encostado”, aos prantos começa a gritar na APS:

Viúva: Para trabalhar, o seu marido está doente, mas pra matar os outros ele tá bom!!!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

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Qualificação

Procurador comparece na APS e apresenta o seguinte instrumento de procuração:
Qualificação:
Fulano de tal, RG XXXX, CPF XXXX, istudante de dereito, devorciado, etc.
Ao ser perguntado sobre seu futuro profissional, afirma:
Procurador: Vou ser adevogado! Assim que terminar a faculdade vou tirar minha OB!!!
by Rosangela

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

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Celular

Servidor atualizando o cadastro da segurada pergunta:

Servidor: A senhora tem algum telefone para contato?

Ao que a segurada retira um celular modelo anos 90, popularmente conhecido como “tijolão”, coloca em cima do guichê e pergunta:

Segurada: Serve este aqui moço?

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

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Mais uma do "CNIS”

Segurado ao ser atendido na triagem inicia o diálogo:

Segurado: Olha, preciso do meu QUINIZO !

Servidor: O senhor precisa de quê?

Segurado, do “tipão meio bruto”, responde:

Segurado: Sabe. O documento lá para sacar meu PISO !

terça-feira, 8 de novembro de 2011

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Telefone para contato

Segurada jovem, sendo atendida na perícia, informa:

Segurada: Olha, moço, eu nunca passei na perícia. Estou muito nervosa!

Servidor: Calma, dona. O médico não vai te dar injeção não!

Após tranquilizar a segurada, o servidor que estava atualizando o cadastro reinicia o diálogo:

Servidor: Estou vendo seu cadastro. Deixa um telefone para contato.

Ao que a segurada responde:

Segurada: Moço, é melhor não te dar o telefone. É que eu sou casada!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

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Novo tipo de perícia médica

Segurado se aproxima da servidora e inicia o diálogo.

Segurado: Moça, eu vim fazer minha perícia.

Servidora: Empresta seus documentos para eu consultar.

Após alguns instantes…

Servidora: Olha, não achei nenhuma perícia aqui para o senhor agendada para hoje.

Segurado: Não moça. É que eu liguei no 135 e falaram que eu podia vir aqui fazer minha perícia em transe (trânsito).

domingo, 6 de novembro de 2011

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Não consigo receber o pagamento

Segurado entra na fila da triagem e, ao chegar sua vez, avisa:

Segurado: Eu não consigo receber o pagamento. Com quem que eu falo?

Nisso o servidor orienta que ele vai falar no setor de atualização e entrega a senha correspondente.

Ao ser chamado, o segurado inicia o diálogo.

Segurado: Não consigo receber meu pagamento. Você tem que me ajudar!

Servidor: O senhor recebe onde?

Segurado: Eu tentei receber na lotérica e eles não me pagaram…

Servidor: Me empresta seus documentos, por favor.

Nisso, após uns 5 minutos procurando no sistema, o servidor reinicia o diálogo.

Servidor: Olha, procurei tudo aqui e não acho nenhum benefício em nome do senhor. O senhor sabe o número?

Segurado: Não é benefício não, meu filho. Eu não to conseguindo receber o dinheiro desse jogo aqui da mega-sena. Eu fiz a quadra e a lotérica não quer me pagar. Tem como você me ajudar?

sábado, 5 de novembro de 2011

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Se te deixam trabalhar…

Servidora, extremamente gripada, mal conseguindo abrir os olhos, inicia o atendimento.

Após a segunda ou terceira queda do sistema e a décima quinta vez que a servidora espirrava e tossia enquanto aguardava, a segurada começa:

Segurada: Minha filha, eu quero desistir do meu “benefísso”.

Servidora: Cama senhora. É demorado porque o sistema está lento, mas daqui há pouco sua perícia já estará marcada.

Segurada: Não minha filha, não é isso. Se te deixam trabalhar desse jeito, qual médico que vai acreditar que tenho problema de coluna?

Nisso a segurada se levanta e vai embora…

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

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Esquecimento Mental

Um segurado, que teve seu pedido de LOAS indeferido, entra com o pedido de recurso alegando as seguintes razões:

" Ataque epilítico 2x3 por dia
esquecemento mental fala esquece
ouvido sempre sunindo
não posso andar sozinho porque caio
estou todo ralado."
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Servidor distraído

Segurada chegou ao balcão e o atendente bem extrovertido começa a puxar conversa com ela durante o atendimento. E não prestou atenção o estado físico da segurada.

Servidor: Eu já vi a senhora lá faculdade. O que a senhora faz lá?

Segurada: Fisioterapia.

Servidor: Nossa!!! Qual a sua idade?

Segurada: 55

Servidor: Nossa!!! Parabéns!!! Nessa idade fazendo fisioterapia.

Segurada: ????

Servidor: Em que ano está?

Segurada: Como assim????

Servidor: Lá na faculdade, já está terminando a faculdade.

Segurada: Moço, eu quebrei o braço e faço fisioterapia lá.

Servidor: Ah tá, desculpe-me.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

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Dicionário Parte II

“Onde que eu tiro o meu piso?” = PIS (agora se quer realmente tirar o piso, faça isso com o da sua casa)

“Onde eu pego a segunda via da carta da Conceição?” = CONCESSÃO (ou pode procurar aquela ex namorada de nome Conceição e pedir que ela te escreva uma nova carta)

“Como eu faço para ser o Curandeiro do meu irmão?” = CURADOR (sugiro nesta situação que vá a um terreiro).

“Eu vim pegar o papel pra viajá.” Até aí a gente entende que ele precisa das telas do INFBEN e HISCRE só que em seguida vem o complemento: “Moço, eu vou para Curitiba, o senhor dá passagem pra lá também?” (E eu nem sabia que o INSS tinha parceria com as rodoviárias!!!!!)

Moço o meu benefíçu está bronquiado. = BENEFÍCIO BLOQUEADO (nesses casos a minha dúvida é se o benefício está com bronquite ou se está chateado com o segurado)
Eu vim aqui hoje tirar o hiscrepe. = HISCRE (essa foi uma procuradora que vivia na APS mas que nunca aprendeu a pronuncia correta, pensei que ela quisesse um “Hiscrepe suíço”


Após a segurada receber a notícia de que sua perícia foi indeferida, eis que ela se levanta, começa a bater na mesa do atendente e gritar para todos no salão ouvirem “Eu sabia, eu sabia, o governo está me usando como bode respiratório!!!”. Na ocasião, logo visualizamos a imagem de um bode asmático, fazendo inalação, ou ainda, um bode estilo Darth Vader....

E o Cadastro Nacional de Informações Sociais? Esse então é o mestre dos mestres das gafes cometidas pelos segurados, já vi inúmeras anotações até hoje das mais inusitadas, vamos a alguns exemplos: QUINIS, KENIS, SENIS, QUENES, SCNIS (???), e teve uma vez que estava assim KNZ onde cheguei a pensar que fosse nome de banda musical, imagine “Com vocês agora o KNZ”......
by Laert

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

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Dicionário

Para você que toda vez que vai para a triagem ou para o OI tem dificuldades em entender o segurado, damos algumas dicas:

Problema com o cartão magnésio = Problema com o cartão magnético.

Pagar anônimo = Pagar autônomo.

Pagar antônimo = Pagar autônomo.

Problema no pãnquis = Problema no pâncreas.

Papel pra viajar = Histórico de Créditos.

Papel do meu pagamento na Horizontal = Histórico de Consignações.

Encostar = Receber benefício por incapacidade.

Prótex do Joelho = Prótese do joelho.

Problema na glavícula = Problema na clavícula.

Carneirinho = Carnêzinho.

Pegar o SI NIS – Pegar o CNIS.

Pegar o papel da minha carteira de trabalho: CADPF pra levar pro PAT.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

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Pulseirinha

Servidora entrega a carta de exigência para o segurado, explicando-lhe qual a documentação necessária para finalização de seu processo.

Uma distinta senhora que estava junto com o mesmo, comenta com ele na frente da servidora:

Senhora: Falei pra você! Aqui só falta ela perguntar o que você comeu no almoço!

A servidora então, nesta situação desagradável, sai com essa:

Servidora: Olha, perguntar o que ele comeu no almoço não ia não. Eu ia pedir a pulseirinha da santa casa dele. Mas agora também não vou mais !!!
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