sábado, 17 de dezembro de 2011

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Qual era a perna mesmo?

Segurado adentra na sala de perícia médica apoiado em muletas.

Iniciado o procedimento de perícia, o médico pede para ver em qual perna estava o problema relatado.

Nisso o segurado aponta a perna direita.

O médico segue o exame, aperta aqui, o segurado geme, aperta lá, o segurado geme mais.

Satisfeito com o exame clínico, pega o laudo médico para ver o que o médico particular havia relatado.

Eis o diagnóstico:

“Paciente com o problema XXX – Perna Esquerda. Afastamento de xxx dias. CID xxxx”

Perguntado ao segurado o que ocorria da divergência, este sai com esta:

Segurado: Sei lá. Vai ver que o médico não sabe a diferença entre direita e esquerda…

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

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Ela é mansinha

Segurado chega na APS trazendo um porquinho com lacinho, na coleira, parecendo o verdadeiro “Baby”, e pede para falar com o servidor:

Segurado: Toma para você, pra fazer um leitãozinho no Natal.

Servidor: Eu não posso aceitar, não. Muito obrigado.

Segurado: Pode levar. É de coração!

Servidor: Insisto. Não posso aceitar. Mesmo que pudesse, como que eu ia levar esse bicho pra casa?

Segurado: Ah, não ia ter problema não… Ela é mansinha, mansinha!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

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Faltam dois anos

Segurada tem seu benefício indeferido por falta de tempo de contribuição, ao que a servidora explica:

Servidora: Olha, a senhora ainda não tem o tempo de contribuição. Faltam dois anos. Daqui dois anos a senhora retorna para dar nova entrada.

Passados dois anos, eis que a senhora cai novamente com a mesma servidora, por um dos acasos do destino.

Servidora habilita o benefício e verifica que o tempo de contribuição da segurada não mudou.

Segue o diálogo:

Servidora: Minha senhora, você não pagou mais nenhuma… Aí não adianta nada… A senhora não vai conseguir se aposentar neste ano…

Segurada: Ué. A senhora falou que faltava dois anos… Eu esperei os dois anos…

sábado, 10 de dezembro de 2011

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Lote de um

Servidor responsável por cumprir revisões por ordem judicial comenta com um colega.

Servidor1: Cara, aprendi a fazer revisão por lote no sistema “X”. Muito legal! Você informa os parâmetros judiciais do benefício e ele já executa… Ganha um tempão!!

Servidor2: Legal! Quantos benefícios dá pra colocar?

Servidor1: Não sei não. Até agora só coloquei um benefício no lote.

Servidor2: Ué… Agora é lote de um? (risos)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

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Segurada confundindo as coisas

Segurada bemmmmm idosa, extremamente nervosa quando soube do indeferimento de seu benefício, inicia diálogo com a servidora:

Segurada: Mas isso é um absurdo! Como é que vocês não consideraram esse período aqui?

Servidora: Esse período foi considerado para tempo de contribuição, não para carência.

Segurada: Mas isso aqui é um absurdo! Tá na lei aqui…

Nisto mostra pra servidora “a lei”.

Depois de mais alguns minutos de “isso é um absurdo” e a servidora pacientemente explicando a diferença entre os conceitos, um vigilante se aproxima e acompanha com mais atenção a discussão, visando garantir que não houvesse qualquer tipo de problema…

A segurada, após notar a presença do vigilante acompanhando atentamente o desenrolar da história, sai com esta:

Segurada: É bom eu parar né… Esse vigilante não pára de olhar pra mim. Das duas uma: ou ele vai me bater ou ele tá me paquerando…

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

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PEP - neologismo

O instituto possui o Programa de Educação Previdenciária – PEP, no qual executa palestras para a sociedade em geral.

Um servidor, em sua apresentação para uma quantidade enorme de servidores, solta esta:

Palestrante: Nós do PEP fazemos um trabalho importantíssimo para a sociedade. Me sinto muito feliz por ser um pepiano (sic)!

Após a criação do neologismo, lá no “fundão”, um servidor pergunta para o do lado:

Servidor: Meu, por que que ele tá falando peniano (sic) lá na frente? O que tem haver com a palestra? (risos)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

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Gerente Vigilante

Segurado muito nervoso, estava “dando trabalho” no saguão de uma agência, querendo ser atendido imediatamente, na frente de todos que aguardavam.

Após ser avisado, o gerente se aproxima e inicia a seguinte situação:

Gerente: Bom dia, senhor. O que o senhor precisa?

O segurado dá uma olhada no indivíduo, alto e largo, com pinta de “vigilante de boate”, e avisa:

Segurado: O senhor é vigilante? Chama o gerente pra mim.

Gerente: Sou eu o gerente. O que o senhor precisa?

Nisto, o segurado se acalma imediatamente (!!!), abaixa o tom de voz, e diz:

Segurado: Não preciso de nada não, doutor. Só uma senha pra mim tá bom.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

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Revisão do Teto

Segurada se aproxima do balcão e começa o diálogo:

Segurada: Olha, queria saber sobre aquela revisão que saiu na televisão.

Servidora: Ah, a senhora está falando da revisão do teto? O que a senhora precisa saber exatamente?

Segurada: É revisão do teto? Se for eu não vou ter direito não. Recebo pensão por morte e meu marido era encanador…

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

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Traz o terço

Na época do INAMPS, dizem que a seguinte situação foi vivenciada:

Chega o segurado passando muito mal e vai direto para o consultório.

Nisto, começa o tratamento:

Médico: Me traz a gaze!

Servidor: Acabou.

Médico: Me dá o remédio X.

Servidor: Acabou.

Médico: Então traz o terço! Já que não dá pra cuidar do corpo, vamos cuidar da alma!

domingo, 4 de dezembro de 2011

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Apaguei a vela

Gerente recebe um e-mail informando que receberia 07 servidores novos.

Nisto, liga para quem enviou e fala:

Gerente: Nossa! Muito obrigado! Estava precisando muito! Até acendi uma vela aqui pra você.

Uma semana depois, recebe novo e-mail, informando que a divisão de vagas mudou pela diminuição do número de vagas do concurso, e que receberia um único servidor.

Nisto, liga novamente para quem mandou o e-mail e avisa:

Gerente: Lembra daquela vela? Já apaguei!

sábado, 3 de dezembro de 2011

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Muita Democracia

Causo ocorrido numa pequena agência no interior do nordeste brasileiro, em um dia bem tranquilo:

Segurado chega de muletas à mesa de atendimento. Após os procedimentos no sistema, o servidor informa que acaba de agendar o pedido de prorrogação e fazer a transferência do benefício para aquela localidade.

Eis o diálogo:

Segurado: Caramba! Aqui é muito rápido!

Servidor: É. Hoje, graças à Deus, está tranquilo. Vejo aqui que você fez perícia em "Capital de um estado”. Capital deve ser bem complicado pela quantidade de gente.

Segurado: Sim. Rapaz, lá tem muita gente para fazer perícia. Mas isso nem foi o problema. Imagina que eu, de muletas, tive que ir em duas agências pois o pessoal lá cada hora me pedia uma documentação diferente. Uma democracia do car()!#* !!!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

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Eficácia

No processo de aposentadoria por tempo de contribuição com análise de atividade insalubre, o servidor faz a seguinte exigência:

“Informar a eficácia da tecnologia de proteção individual, item 15.9 do PPP apresentado”.

Ao que o segurado apresenta a seguinte “declaração” em resposta:

“Declaro a quem possa interessar que jamais trabalhei em uma empresa chamada Eficácia da Tecnologia Individual”.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

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A importância da “ponta”

No INSS, a “ponta” é a agência da previdência social, responsável por efetivamente cumprir a missão da instituição, atendendo o público e tendo o contato com a sociedade.
Num encontro de gestores, dizem que várias foram as falas sobre a importância da “ponta” para a instituição.
Seguem alguns registros:
1) “Vocês que estão na ponta que fazem o INSS acontecer”.
2) “São vocês que cuidam da ponta”.
3) “É um prazer estar na ponta e fazer justiça social neste país”.
4) “Quando os indicadores não estão bem, estão no vermelho, é quem está na ponta que resolve”.
5) “Vocês são líderes em suas comunidades. Vocês que estão na ponta que tem contato com a população”.
6) “Gerir é cuidar do servidor, do cidadão e da unidade. Em outras palavras, para vocês que atendem público, gerir é cuidar da ponta”.
7) “O INSS não é nada sem a ponta”.
8) “Na ponta, é importantíssimo o gestor ter visão 360 graus”.
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Novo indicador de desempenho

Após a apresentação dos indicadores de desempenho 2012, o servidor sai com esta:
Servidor: Olha, acho que você deveria sugerir a criação do I. M. EN.
Depois das risadas corriqueiras, segue a continuação da piada:
Gerente: Vamos lá. Desenvolve o que é o I. M. EN pra galera terminar de rir.
Servidor: É o Índice de Medida da Entubada – I. M. EN.. Se a entubada for muito forte, você pode gritar pra Brasília:
“Pára de entubar senão vai estourar o I. M. EN da agência”
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Cadastro Único

O governo federal possui o Cadastro Único dos Programas Assistenciais, também conhecido como CadÚnico.
É bom lembrar que o Registro Geral – R. G., o Cadastro de Pessoa Física – C. P. F., entre outros, obedecem o padrão de iniciais.
Como vocês podem notar, diferente das demais siglas utilizadas pelo governo, este não levou na sigla as iniciais da palavra, que seriam: C. Ú.
Um servidor, ao saber que teria que verificar se o segurado possui Cadastro Único para que o segurado de baixa renda possa contribuir para o INSS na alíquota de 5%, não aguenta e pergunta para o gerente da unidade:
Servidor: Eu vou ter que pedir para ver o C. Ú. do segurado?
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Guarda-chuva

A servidora estava ajudando a segurada a escrever o nome, soletrando letra por letra.

Servidora: - Agora vem o J.

Segurada: - Essa eu esqueci, como é mesmo que ela é?

Servidora: - É o cabo do guarda-chuva.

A segurada ficou pensativa por um momento depois perguntou:

- Guarda-chuva aberto ou fechado?

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

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“Analfabetização”

Servidora entrega o processo para a chefe de seção de benefícios auditar.

A chefe ao começar a auditagem estranha o fato do RG do segurado encontrar-se assinado enquanto que o documento de atualização cadastral não estava, contendo somente a impressão digital.

Nisso chama a servidora pra esclarecer, ao que segue o presente diálogo:

Chefe: Fulana, não entendi esse processo. Me explica porque o cara sabe assinar no RG e não assinou aqui no comprovante de atualização cadastral.

Servidora: Ah, sei lá. Vai ver que ele virou analfabeto depois de velho!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

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Assinatura

Servidor atendendo uma segurada analfabeta, bem simples, termina o cadastro e pede:

Servidor: Minha senhora, assine aqui por favor.

Nisto, entrega a caneta para a segurada.

A segurada pega a caneta e faz vários rabiscos em zigue-zague.

O servidor vendo a situação, se espanta, e lembrando da condição de escolaridade da segurada, começa o diálogo:

Servidor: Minha senhora, a senhora é analfabeta! Por que a senhora rabiscou o documento se a senhora não sabe assinar?

Segurada: Ué, meu filho. Você pediu pra eu assinar. Eu assinei.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

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Secagem dos documentos

Servidora inicia o atendimento e verifica que uma pilha de documentos trazidas pelo segurado estava com pequenas marcas, como se tivessem sido queimadas, tanto na parte de cima quanto na parte de baixo.

Como se tratavam de documentos que o segurado iria necessitar (requerimento da empresa, laudos médicos, etc) acabou ficando curiosa e pergunta:

Servidora: Moço, desculpa perguntar, mas o que aconteceu com seus documentos?

Segurado: Ah, é que eles molharam. Aí eu fui secar no microondas. Mas eu esqueci de tirar os grampinhos e eles pegaram fogo! (risos)

domingo, 27 de novembro de 2011

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Não tô e nem vô

Servidora habilitando benefício rural no estado de São Paulo, recebe todos os documentos oriundos do nordeste brasileiro. Eram os documentos da propriedade, declaração do sindicato rural, INCRA, ITR, etc.

O único documento que não era do nordeste era o comprovante de residência em nome do segurado, que era de uma cidade vizinha da agência.

Estranhando a situação, desenvolve o seguinte diálogo:

Servidora: O senhor está trabalhando propriedade rural?

Segurado: Não tô e nem vô!

Servidora: Mas é sua?

Segurado: É sim senhora.

Servidora: Mas o senhor tá pagando INSS?

Segurado: Não tô e nem vô!

Servidora: Mas aí o senhor não vai ter direito a nenhum benefício.

Segurado: Ah. Eu nem queria! Só vim porque falaram que quem tem propriedade rural consegue se aposentar sem pagar nada.

sábado, 26 de novembro de 2011

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Servidora enganada

Servidora com aquele perfil “quero ajudar todo mundo” está na triagem, quando vivencia a seguinte experiência:

Cônjuge do segurado: Olha, meu marido está ali. Está passando mal. Ele tem perícia agendada para hoje. A senha dele é o número 200. Ainda está no número 77. Não tem como você fazer nada?

A servidora dá aquela olhada no segurado, com aquela aparência acabada, do tipo “faltam dez segundos para alcançar o Reino de Deus” e decide ajudar…

Passa o segurado na frente, com uma “mega prioridade”, e fica satisfeita com o seu desempenho.
Transcorrido duas horas, sai para o almoço.

Quando está se dirigindo para o restaurante, passando por uma praça, eis que se depara com o casal andando todo “pimposo” na praça, de mãos dadas, sacolas de compras na mão, o segurado “acabado” segurando boa parte destas, dos mais variados tipos e tamanhos…

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

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A culpa é da norma

Segurado insatisfeito com o indeferimento do benefício conversa com o servidor:

Segurado: Olha, queria que o senhor me explicasse porque meu benefício foi indeferido.

Servidor: É que o período insalubre do senhor não pode ser considerado.

Segurado: Mas por que não?

Servidor: Porque não tá de acordo com o que a norma diz…

Segurado: Então chama a dona Norma pra ela me explicar o que ela quer pra considerar meu período insalubre!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

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Qual a sua prioridade?

Por volta das 15hrs de uma sexta-feira, uma servidora vem conversar com o gerente da agência:

Servidora: Preciso que você libere um PAB pra mim. É um caso de um segurado que está parado há dois dias aguardando liberação.

Gerente: Olha, tudo bem. Na segunda-feira eu libero porque agora estou implantando uns benefícios judiciais que vieram com prazo, sob pena de prisão!

Servidora: Tá. Mas não tem como você liberar?

Gerente: Depende. Qual sua prioridade? Ver o PAB deste segurado liberado e me ver preso ou me ver livre e na segunda-feira eu liberar todos os PABs pendentes?

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

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Recurso – Investigação

Fundamentação do requerente no recurso acerca do indeferimento de seu benefício na condição de filho.

“Gostaria que fosse reanalisado o meu benefício que foi indeferido. Eu não tenho culpa se o meu pai não me registrou antes de morrer. Se o INSS não acredita que eu sou filho dele, que pague a investigação de paternidade para ter a comprovação” (…)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

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Detector de Metais

Servidor prestando serviço em uma APS pequena, no interior do país, com pouco movimento, estranhou quando todos foram para a retaguarda, não ficando ninguém no atendimento.

A justificativa é que o movimento era “tão fraco” que não compensava ficar todos os servidores lá durante o atendimento.

Durante os trabalhos, notou que em escala de revezamento, sempre um levantava e ia para o atendimento.

Curioso, perguntou para uma colega:

Servidor: Como vocês sabem que chegou alguém?

Servidora: Ah, pelo barulho do detector de metais! Já virou meio que um detector de presença… (risos)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

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Gravar o CD

Em uma APS é comum scanear o processo concessório e entregar ao segurado, que vai recursar na justiça, gravado em um CD.

Certo dia chegou um segurado solicitando cópias de seu processo.

Servidor: Traga um CD para eu gravar.

No dia seguinte.

Segurado: Tá aqui. Grave 3 forró e o resto brega.

domingo, 20 de novembro de 2011

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Data do aniversário

O cidadão de seus 40 e poucos anos, aparentava realmente ser uma pessoa bem simples, pegou a fila como todo mundo e chegando sua vez veio até o servidor na triagem e disse:

Segurado: Moço eu esqueci minha identidade sei que terei que voltar mais tarde mas você poderia só ver se meu benefício é daqui mesmo para eu voltar no lugar certo?

O servidor achou coerente e resolveu consultar só para checar se era da APS dele, afinal eu não lhe passaria nenhuma informação do benefício apenas confirmar o órgão mantenedor.

Servidor: Qual o seu nome completo senhor?

Segurado: Fulano de tal...

Servidor: Sr Fulano (que era um nome relativamente comum) qual a sua data de nascimento?

zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz................... (silêncio)

Servidor: Sr Fulano o senhor não sabe a sua data de nascimento?

Segurado: É dia 22

Servidor: 22 de quando?

Segurado: de 1966

Servidor: Certo senhor. O senhor me disse o dia e o ano, mas que mês que o senhor nasceu?

zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz................... (outro silêncio)

Servidor: O senhor não lembra o mês que o senhor nasceu?

Como o servidor já tinha o dia e o ano, resolveu mudar a pergunta…

Servidor: Quando que o senhor faz aniversário?

Segurado: Dia 22 de abril...

Apesar de não saber sua data de nascimento ao menos o segurado sabia a data do aniversário!!!

sábado, 19 de novembro de 2011

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Denúncia: o verdadeiro motivo

Denunciante comparece até o guichê de um agência e mantém o seguinte diálogo com o gerente da unidade:

Denunciante: Pedi para falar com o senhor porque queria denunciar o fulano de tal.

Gerente: Pode dizer. Qual o problema do benefício dele.

Denunciante: Então, ele não está doente não. Ele finge aqui pro INSS. Inclusive ele me bate… Como uma pessoa que não pode trabalhar, porque alega ter um problema na coluna de uma operação, pode bater na outra?

Gerente: Olha, a senhora tem certeza disso? O que a senhora é dele?

Denunciante: Tenho sim. Sou ex-esposa. Ele me bate toda semana! Inclusive, esse pilantra, pega o dinheiro e gasta com cervejada e mulherada. Ele até parou de pagar o curso que tava pagando pra mim neste último mês

Nisso, lágrimas escorrem do rosto da denunciante e o gerente percebe o verdadeiro motivo da “denúncia”…

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

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Denúncia – Utilização do dinheiro

Denúncia captada pela ouvidoria e enviada para resposta em uma APS.

Gostaria de denunciar o sr. Fulano de Tal que está encostado recebendo o benefício de auxílio-doença número 00000000000, Ele não está incapaz para o trabalho nem doente nem nada. Inclusive ele pega o dinheiro e compra drogas!

Peço que seja revisto o benefício dele.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

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Tratamento sem distinção

Nos longínquos tempos em que as senhas eram restritas, foi vivenciado o seguinte diálogo em uma APS qualquer:

Segurada: Preciso de uma senha para dar entrada na minha aposentadoria.

Servidor: Me desculpe, mas as senhas para aposentadoria já acabaram. Agora só amanhã cedo.

Segurada: Eu sou médica e não posso voltar amanhã. Sou muito ocupada com os plantões. Trabalho em três hospitais. Preciso de uma senha hoje.

Nisto, o servidor com toda a paciência do mundo, responde:

Servidor: A senha acabou pra pobre e pra rico... Tanto faz.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

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Sentença pré-mold?

Servidor atuando como preposto vivencia o seguinte diálogo:

Juiz: O senhor conheceu o Fulano de Tal quando?

Testemunha: Olha, não lembro a data certinha, mas foi no ano de 1990 mais ou menos.

Juiz: O senhor sabe se ele trabalhou na roça?

Testemunha: Olha, eu lembro dele comentar que era trabalhador rural…

Juiz: O senhor sabe o período?

Testemunha: Olha, se eu não me engano foi na década de 70… Mas não tenho certeza não…

O juiz meio impaciente, começa a perguntar algumas coisas bem específicas que foram perguntadas na petição inicial e que com certeza a testemunha não iria saber por não ter trabalhado com o cidadão…

Juiz: O senhor sabe em qual propriedade rural ele trabalhava?

Testemunha: Não sei não senhor.

Juiz: O senhor tem certeza?

Testemunha: Tenho sim senhor.

Juiz: O senhor sabe se ele tinha algum apelido naquela época?

Testemunha: Não sei não senhor…

Nisso, o juiz já mais impaciente porque a “condução” do depoimento não estava levando no ponto “certo”, questiona novamente:

Juiz: O senhor tem certeza que não sabe o apelido?

Testemunha: Tenho sim senhor.

Juiz: O apelido dele não era “grilo” ?

Testemunha: Ah!! Agora que o senhor falou, eu lembrei. Era esse mesmo o apelido que ele me falou!!!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

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Milagre na porta da agência – novas evidências

Abaixo, segue uma foto tirada na porta de uma APS.
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Ninguém sabe ao certo o que aconteceu para que o segurado tenha esquecido a muleta.

A tese mais aceita entre os servidores é que o cidadão ficou tão contente ao saber que conseguiu o benefício que saiu correndo para contar aos amigos e familiares, deixando para trás a coitada da muleta…

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

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Esquizofrenia

Certa vez, o servidor atendeu um segurado muito distinto.

De maneira educada, identificou-se como um juiz federal e falou que tinha um grande valor para receber, referente aos atrasados de um benefício.

Com a identidade do cidadão em mãos o servidor começou a procurar no sistema, qual seria o benefício que ele recebia. Nada foi localizado.

Como o senhor insistia que tinha dinheiro  a receber, o servidor tentou encontrar seu benefício de todas as maneiras possíveis.

Depois de algum tempo ele apontou para uma televisão que estava ligada na APS e disse para aumentar o volume, porque estavam falando sobre ele e sobre o valor que tinha para receber.

Só então o servidor percebeu que o caso do cidadão era de esquizofrenia, já que na televisão não estava passando nada sobre o INSS.

Mais tarde, foi concedido um benefício assistencial a este senhor, mas ele não quis receber os pagamentos. O motivo é que o médico perito informou que ele precisaria de um representante legal e isso ofendeu o segurado.

O sujeito protestou dizendo que não era louco e exigiu o cancelamento imediato do benefício.

domingo, 13 de novembro de 2011

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Trazer os carnês

Servidor entrega a carta de exigência para prosseguir com o benefício com o seguinte texto:

“TRAZER OS CARNES”

Infelizmente, nosso sistema não aceita acento…

No dia seguinte chega o segurado com 2kg de coxão mole pra entregar para o servidor…

sábado, 12 de novembro de 2011

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Dá para acreditar?

Viúva, ingressando com pedido de pensão por morte, está sentada ao lado da esposa e do filho do suposto assassino de seu marido.

Nisso a cônjuge que está no guichê ao lado, fala para o servidor do INSS:

Cônjuge: O meu marido tinha perícia marcada para hoje mas não vai poder vir. Gostaria de remarcar para outra data.

Na verdade, o que ocorria era que o marido da mesma não poderia ir porque encontrava-se foragido…

A viúva então, ao perceber que o suposto assassino de seu marido estava “encostado”, aos prantos começa a gritar na APS:

Viúva: Para trabalhar, o seu marido está doente, mas pra matar os outros ele tá bom!!!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

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Qualificação

Procurador comparece na APS e apresenta o seguinte instrumento de procuração:
Qualificação:
Fulano de tal, RG XXXX, CPF XXXX, istudante de dereito, devorciado, etc.
Ao ser perguntado sobre seu futuro profissional, afirma:
Procurador: Vou ser adevogado! Assim que terminar a faculdade vou tirar minha OB!!!
by Rosangela

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

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Celular

Servidor atualizando o cadastro da segurada pergunta:

Servidor: A senhora tem algum telefone para contato?

Ao que a segurada retira um celular modelo anos 90, popularmente conhecido como “tijolão”, coloca em cima do guichê e pergunta:

Segurada: Serve este aqui moço?

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

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Mais uma do "CNIS”

Segurado ao ser atendido na triagem inicia o diálogo:

Segurado: Olha, preciso do meu QUINIZO !

Servidor: O senhor precisa de quê?

Segurado, do “tipão meio bruto”, responde:

Segurado: Sabe. O documento lá para sacar meu PISO !

terça-feira, 8 de novembro de 2011

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Telefone para contato

Segurada jovem, sendo atendida na perícia, informa:

Segurada: Olha, moço, eu nunca passei na perícia. Estou muito nervosa!

Servidor: Calma, dona. O médico não vai te dar injeção não!

Após tranquilizar a segurada, o servidor que estava atualizando o cadastro reinicia o diálogo:

Servidor: Estou vendo seu cadastro. Deixa um telefone para contato.

Ao que a segurada responde:

Segurada: Moço, é melhor não te dar o telefone. É que eu sou casada!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

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Novo tipo de perícia médica

Segurado se aproxima da servidora e inicia o diálogo.

Segurado: Moça, eu vim fazer minha perícia.

Servidora: Empresta seus documentos para eu consultar.

Após alguns instantes…

Servidora: Olha, não achei nenhuma perícia aqui para o senhor agendada para hoje.

Segurado: Não moça. É que eu liguei no 135 e falaram que eu podia vir aqui fazer minha perícia em transe (trânsito).

domingo, 6 de novembro de 2011

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Não consigo receber o pagamento

Segurado entra na fila da triagem e, ao chegar sua vez, avisa:

Segurado: Eu não consigo receber o pagamento. Com quem que eu falo?

Nisso o servidor orienta que ele vai falar no setor de atualização e entrega a senha correspondente.

Ao ser chamado, o segurado inicia o diálogo.

Segurado: Não consigo receber meu pagamento. Você tem que me ajudar!

Servidor: O senhor recebe onde?

Segurado: Eu tentei receber na lotérica e eles não me pagaram…

Servidor: Me empresta seus documentos, por favor.

Nisso, após uns 5 minutos procurando no sistema, o servidor reinicia o diálogo.

Servidor: Olha, procurei tudo aqui e não acho nenhum benefício em nome do senhor. O senhor sabe o número?

Segurado: Não é benefício não, meu filho. Eu não to conseguindo receber o dinheiro desse jogo aqui da mega-sena. Eu fiz a quadra e a lotérica não quer me pagar. Tem como você me ajudar?

sábado, 5 de novembro de 2011

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Se te deixam trabalhar…

Servidora, extremamente gripada, mal conseguindo abrir os olhos, inicia o atendimento.

Após a segunda ou terceira queda do sistema e a décima quinta vez que a servidora espirrava e tossia enquanto aguardava, a segurada começa:

Segurada: Minha filha, eu quero desistir do meu “benefísso”.

Servidora: Cama senhora. É demorado porque o sistema está lento, mas daqui há pouco sua perícia já estará marcada.

Segurada: Não minha filha, não é isso. Se te deixam trabalhar desse jeito, qual médico que vai acreditar que tenho problema de coluna?

Nisso a segurada se levanta e vai embora…

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

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Esquecimento Mental

Um segurado, que teve seu pedido de LOAS indeferido, entra com o pedido de recurso alegando as seguintes razões:

" Ataque epilítico 2x3 por dia
esquecemento mental fala esquece
ouvido sempre sunindo
não posso andar sozinho porque caio
estou todo ralado."
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Servidor distraído

Segurada chegou ao balcão e o atendente bem extrovertido começa a puxar conversa com ela durante o atendimento. E não prestou atenção o estado físico da segurada.

Servidor: Eu já vi a senhora lá faculdade. O que a senhora faz lá?

Segurada: Fisioterapia.

Servidor: Nossa!!! Qual a sua idade?

Segurada: 55

Servidor: Nossa!!! Parabéns!!! Nessa idade fazendo fisioterapia.

Segurada: ????

Servidor: Em que ano está?

Segurada: Como assim????

Servidor: Lá na faculdade, já está terminando a faculdade.

Segurada: Moço, eu quebrei o braço e faço fisioterapia lá.

Servidor: Ah tá, desculpe-me.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

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Dicionário Parte II

“Onde que eu tiro o meu piso?” = PIS (agora se quer realmente tirar o piso, faça isso com o da sua casa)

“Onde eu pego a segunda via da carta da Conceição?” = CONCESSÃO (ou pode procurar aquela ex namorada de nome Conceição e pedir que ela te escreva uma nova carta)

“Como eu faço para ser o Curandeiro do meu irmão?” = CURADOR (sugiro nesta situação que vá a um terreiro).

“Eu vim pegar o papel pra viajá.” Até aí a gente entende que ele precisa das telas do INFBEN e HISCRE só que em seguida vem o complemento: “Moço, eu vou para Curitiba, o senhor dá passagem pra lá também?” (E eu nem sabia que o INSS tinha parceria com as rodoviárias!!!!!)

Moço o meu benefíçu está bronquiado. = BENEFÍCIO BLOQUEADO (nesses casos a minha dúvida é se o benefício está com bronquite ou se está chateado com o segurado)
Eu vim aqui hoje tirar o hiscrepe. = HISCRE (essa foi uma procuradora que vivia na APS mas que nunca aprendeu a pronuncia correta, pensei que ela quisesse um “Hiscrepe suíço”


Após a segurada receber a notícia de que sua perícia foi indeferida, eis que ela se levanta, começa a bater na mesa do atendente e gritar para todos no salão ouvirem “Eu sabia, eu sabia, o governo está me usando como bode respiratório!!!”. Na ocasião, logo visualizamos a imagem de um bode asmático, fazendo inalação, ou ainda, um bode estilo Darth Vader....

E o Cadastro Nacional de Informações Sociais? Esse então é o mestre dos mestres das gafes cometidas pelos segurados, já vi inúmeras anotações até hoje das mais inusitadas, vamos a alguns exemplos: QUINIS, KENIS, SENIS, QUENES, SCNIS (???), e teve uma vez que estava assim KNZ onde cheguei a pensar que fosse nome de banda musical, imagine “Com vocês agora o KNZ”......
by Laert

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

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Dicionário

Para você que toda vez que vai para a triagem ou para o OI tem dificuldades em entender o segurado, damos algumas dicas:

Problema com o cartão magnésio = Problema com o cartão magnético.

Pagar anônimo = Pagar autônomo.

Pagar antônimo = Pagar autônomo.

Problema no pãnquis = Problema no pâncreas.

Papel pra viajar = Histórico de Créditos.

Papel do meu pagamento na Horizontal = Histórico de Consignações.

Encostar = Receber benefício por incapacidade.

Prótex do Joelho = Prótese do joelho.

Problema na glavícula = Problema na clavícula.

Carneirinho = Carnêzinho.

Pegar o SI NIS – Pegar o CNIS.

Pegar o papel da minha carteira de trabalho: CADPF pra levar pro PAT.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

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Pulseirinha

Servidora entrega a carta de exigência para o segurado, explicando-lhe qual a documentação necessária para finalização de seu processo.

Uma distinta senhora que estava junto com o mesmo, comenta com ele na frente da servidora:

Senhora: Falei pra você! Aqui só falta ela perguntar o que você comeu no almoço!

A servidora então, nesta situação desagradável, sai com essa:

Servidora: Olha, perguntar o que ele comeu no almoço não ia não. Eu ia pedir a pulseirinha da santa casa dele. Mas agora também não vou mais !!!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

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Teto mata !

Durante a habilitação de um pedido de pensão:

Viúva: - Coitado do José, morreu de teto:

Servidora: - Teto? Como assim, ele caiu do telhado?

Viúva: - Não, pisou num prego enferrujado...
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Problema com a senha

Diálogo de um segurado reclamando sobre sua senha:

Segurado: Moça, faz mais de uma hora que eu tô aqui, chama todo mundo da minha Letra, e eu não sou chamado nunca!!!

Servidora: Me empresta sua senha que eu vou consultar…

Após alguns instantes:

Servidora: Meu senhor, sua senha foi chamada há uns vinte e minutos e o senhor não compareceu.

Segurado: Como não? Não sai daqui!

Servidora: Olha, aqui tá dizendo que o senhor teve a senha chamada e não compareceu no guichê pra ser atendido.

Segurado: Eu não sai daqui dona. Então aquela mocinha que dá senha me deu uma senha falsa!!!

domingo, 30 de outubro de 2011

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Pino para geladeira

Uma senhorinha entrou na agência, não pegou senha e foi logo na direção da servidora.

Senhorinha: -A senhora vende pino para geladeira?

Servidora: - Como?

Senhorinha: - Eu preciso de um dos grandes.

Servidora: - Senhora, aqui é uma agência do INSS, nós não vendemos peças para
geladeira.

Então a senhora, apontando para o corredor que vai para a perícia perguntou:

- E para lá, tem alguma loja que venda pino para geladeira ?
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No domingo deve ser pior…

Segurado senta para ser atendido e começa a sessão reclamação.

Fica naqueles AI… AAAAAAIIIIIIIIIIII. Ui…. UUUUUUUIIIIIIIIIIIIIIII…

O servidor na dele…

Não satisfeito com os AIs-UIs da vida, o segurado decide contar seu problema para o interessado servidor:

Segurado: Olha moça, eu preciso receber o benefício. Eu tô com hérnia dominical !!

sábado, 29 de outubro de 2011

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Atraso justificado

Segurado que chegou atrasado para o seu agendamento e foi orientado a remarcar o pedido, pede para falar com o gerente.

Eis sua justificativa:

Segurado: Moço, o senhor precisa me ajudar. Eu não tive culpa em chegar atrasado. Foi o microondas (microônibus) que demorou pra passar no ponto de ônibus e por isso a gente não chegou…

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

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Não era bem isso…

Segurada bem idosa é chamada para iniciar seu atendimento.

Eis o diálogo:

Servidora: Bom dia. Em que posso ajudar?

Segurada: Eu queria fazer uma simulação da minha aposentadoria.

Servidora: A senhora trouxe suas Carteiras de Trabalho?

Segurada: Eu nunca trabalhei registrada.

Servidora: A senhora paga carnê então?

Segurada: Sim.

Servidora: Me empresta, por favor.

Nisso a segurada retira da bolsa uns três carnês de casas bahia, mais uns dois de outras lojas…

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

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Dúvidas

Diálogo em uma atualização cadastral do dia-a-dia:

Servidor: Nome completo?

Segurado: O meu?

Servidor: Sim.

Segurado: Fulano de Tal.

Servidor: Endereço?

Segurado: Rua xxxxxxxx, número xx, Centro.

Servidor: CEP?

Segurado: Da minha rua?

Servidor: É claro!

Segurado: 00.000-000

Após imprimir o cadastro, o diálogo prossegue:

Servidor: Assina aqui por favor.

Segurado: O meu nome?

Servidor: É claro né! O meu que não vai ser!!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

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Esqueci no carro…

Segurado de muletas senta para ser atendido pela servidora.

Segue diálogo:

Servidora: Bom dia. O senhor trouxe o RG, CPF, CTPS e a declaração da empresa?

O cidadão dá aquela olhada pra baixo, nos bolsos, e nada.

Segurado: Esqueci no carro…

Servidora: Tudo bem. Dá uma corridinha lá e busca pra mim!!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

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Vai ver que é "encosto" mesmo...

Breve diálogo com uma segurada pouco instruída que se apresenta no guichê deste pacato servidor derrubando uma dúzia de atestados:

Segurada: Vim encaminhá os papel do encôsto.

Servidor: Ok. Por acaso a senhora é autônoma?

Pausa de uns 5 segundos, silêncio, segurada pensativa…

Segurada: É… me dói tudo aqui atráis, ó, aqui atráis da cabeça, desse lado.

Nisso mostra com as mãos o local dos males…
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Democracia

Servidora termina de redigir a carta de exigência.

Após finalizar seu atendimento e explicar toda a documentação que o segurado deverá apresentar, o segurado comenta com a mesma.

Segurado: Bem que me falaram que aqui ia ter muita democracia!!

A servidora sem entender bem, pergunta:

Servidora: Não entendi senhor.

Segurado: Sabe, democracia. Ficar pedindo este monte de documentos aqui!! – Ao que se levanta e vai embora…

A servidora, pensando sobre o que o segurado disse, percebe que a democracia era a burocracia

Infelizmente não deu tempo de corrigir o cidadão que acabou saindo com uma impressão errada sobre o “estado democrático” criado no INSS, praticamente um principado…
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Chama o Valdir!

Segurado ao ler a carta de indeferimento de seu benefício, assinada pelo presidente do INSS, Sr. Valdir Moysés Simão, pede para falar com o servidor.

Eis o diálogo:

Servidor: Pois não, senhor. Em que posso ajudá-lo?

Segurado: Olha, não concordo com essa carta não. Chama o Valdir aí dentro para ele me explicar porque que ele indeferiu meu benefício!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

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Não abre!

Nos longínquos tempos em que todas APS fechavam às 14hrs, um segurado bate na porta e o vigilante começa a falar com ele por um pequeno vitrô que ficava ao lado da porta de entrada.

Neste mesmo tempo, uma servidora, do tipo bem extrovertida, com timbre de voz bem alto, começa a comentar com um colega que está do outro lado da agência.

Servidora: Olha lá o sistema. Não abre… Não abre! NÃO ABRE ESSA DROGA!!

Nisso, o segurado que estava meio prestando atenção no vigilante, meio prestando atenção na servidora, fala com a mesma:

Segurado: Calma dona! Não quero entrar não. Não precisa ser sem educação.

domingo, 23 de outubro de 2011

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Aí que o bicho pega!

Servidor inicia o atendimento de uma ex-companheira que quer ingressar com pedido de pensão por morte.
Segue o diálogo.

Servidor: Então, a senhora morava com ele ?

Segurada: Sim, morava com ele há mais de 10 anos!

Servidor: Neste caso a senhora vai ter que trazer cópia e original dos documentos pessoais seus, dele e dos filhos. Além disso, a senhora vai ter que trazer 3 provas de dependência econômica com o seu falecido marido. Aí que o bicho pega!

sábado, 22 de outubro de 2011

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Do que você precisa ?

Servidora, daquele tipo muito atenciosa, que gosta de explicar tim-tim por tim-tim para a segurada, protocolou pedido de benefício rural.

Servidora faz a exigência e explica exatamente o que a segurada precisaria trazer, segurada esta que tratava-se de uma senhora de idade, trabalhadora rural, com baixa instrução.

Segue diálogo.

Servidora: A senhora entendeu os documentos que eu falei pra trazer?

Segurada: Entendi sim, minha filha.

Servidora: Então o que a senhora precisa me trazer?

Segurada: Depende minha filha. Do que você precisa? Dependendo eu tenho lá na horta e te trago.
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Espantando morcego

Numa mesa de bar em que estão alguns servidores, o gerente de uma APS sai com esta história.

Gerente da APS e outro servidor estavam na retaguarda, no final do expediente, quando já não há praticamente nenhum servidor com quem conversar, quando começaram a ouvir alguns barulhos vindo de próximo do arquivo.

Chegando mais perto para ouvir, verificaram que tratava-se de um banheiro que ninguém utilizava, que fica dentro do arquivo.

Após baterem na porta, verificaram que o barulho cessou.

Eis que saem uma servidora de muito tempo de casa, mas com o espírito jovem, e um jovem estagiário.

Eis o diálogo:

Gerente: O que vocês estavam fazendo aí?

Servidora: Calma. A gente só estava espantando um morcego que entrou pela janela!

Voltando a mesa de bar, após algumas gargalhadas, um dos colegas pergunta:

Servidor: E você não fez nada? Não mandou o estagiário embora?

Gerente: Que nada! A servidora era a mais encrenqueira, mais cara fechada da agência. Depois que o estagiário entrou e eles começaram a espantar morcego a mulher é um doce. Você acha que eu ia atrapalhar?
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Salário Maternidade Unissex




Chamei a senha de agendamento e sabia tratar-se de salário maternidade rural (o que não me agrada muito, pois nunca tem a documentação completa e necessária).

La vem a Mamãe com a criança no colo e mais um menino grandinho carregando as sacolas (porque que elas nunca estão sozinhas????).

Para minha surpresa a dita cuja possuía toda a documentação necessária, inclusive o talão modelo 15 em seu nome e em nome do marido. Segue o protocolo e a tão famigerada entrevista que transcorre como de costume, ”nunca tiveram empregado, trabalha ela e o marido, NÃO possui outra fonte de renda”

Tudo muito tranqüilo até o momento em que ao formatar o beneficio este fica em Critica2, “beneficio anterior incompatível” ?????? Vou ao sistema e para minha surpresa ao dita cuja esta recebendo auxílio-doença desde 2006 mantido por uma ordem Judicial.

Já indignada pela mentira contada, explico que ela não pode receber dois benefícios da Previdência Social, no que ela me reponde “ achei que poderia fazer em nome do Meu marido”.

Respiro fundo e conto até mil, e digo calmamente (já que é sexta-feira e não quero estragar meu final de semana) que salário maternidade é de exclusividade da mulher (por enquanto), mas este comentário não digo a ela.

A requerente vai embora com cara de quem não gostou da explicação, fazer o que né...

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

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Abduzido

Segurado entra na agência, pega a senha e aguarda seu atendimento calmamente.

Quando é chamado, senta-se, ainda mais calmo, e inicia o diálogo.

Segurado: Como que eu faço pra encostar no INSS ?

Servidor: O senhor está empregado, paga carnê, está desempregado?

Segurado: Sou empregado.

Servidor: Então o senhor vai precisar ligar na Central 135, agendar a perícia e vir no dia com os documentos pessoais, a declaração da empresa e o atestado médico.

Segurado: A empresa não quer me dar o documento pra eu encostar no INSS.

Servidor: Eles não podem fazer isso! O senhor leva lá o atestado médico que com certeza eles vão dar a declaração para o senhor.

Segurado: Eu não tenho o atestado médico. O médico não quer me dar também.

Nesta altura, o servidor já estava intrigado e não, se contendo, pergunta:

Servidor: Desculpe perguntar, mas qual o seu problema de saúde?

Nisso, o cidadão dá uma olhada para os lados para ver se alguém está prestando atenção na conversa e, diminuindo o tom de voz, começa:

Segurado: É que eu fui abduzido…

O colega do INSS se mantém calmo e não demonstra nada, como se fosse a coisa mais normal do mundo e reinicia o diálogo.

Servidor: Me conta aí, como é que foi a experiência.

Segurado: Então, eu estava lá na minha casa, que fica no alto do morro, e apareceram umas luzes e tal. Aí eu fui abduzido. Lá na nave eles fizeram uns exames em mim. Umas experiências, sei lá.

Servidor: O senhor já procurou um psiquiatra?

Segurado: Já! É justamente ele que não quer me dar o atestado médico.

Servidor: Desculpe, mas sem um atestado médico o senhor não vai poder receber o benefício.

Segurado: O senhor tem que me ajudar! Eu posso estar carregando um bebê alien dentro de mim!!
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Segurado sem cueca

Ao iniciar a perícia, a médica verifica que o problema do segurado é na perna e que o mesmo encontra-se vestido de calça.

Pede, então, para que o segurado, um rapaz afro-descendente, de mais de dois metros de altura, tamanho “4x4 cabine dupla”, abaixe as calças para que ela possa examinar a lesão.

Quando o cidadão o faz, deixa a mostra o “instrumento” de proporções avantajadas, pois estava sem cueca.

A médica mantém-se com cara de paisagem e não fala nada.

Eis que surge um médico perito da sala ao lado, passando pela saída “privativa”, entra na sala de perícia, solta um “Nossa senhora!” e sai.

Depois disso, a médica não conteve o riso e outro colega teve que fazer a perícia do cidadão.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

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GBNIN

Segurado vai até à agência saber sobre o andamento do processo, quando o servidor de OI lhe comunica que o processo encontra-se no GBNIN para fins de análise das atividades especiais.

Volta no dia seguinte e obtém a mesma informação.

No terceiro dia consecutivo, quando fica sabendo que o processo segue no GBNIN, pede para falar com o gerente.

Eis o motivo da conversa:

Segurado: Olha, queria que o senhor converssasse com o Seu Gêbêninho que ele tá demorando muito pra analisar o meu processo.
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Noivinha

Logo ao abrir a agência, adentra uma segurada e a acompanhante, e logo são notadas, pois uma delas está com um véu de noiva, blusa branca e uma saia longa, simulando (com bastante sucesso) uma noiva mal vestida.

Vendo a cena, o servidor comenta com o outro.

Servidor1: Meu, já vi segurada bancando a louca na perícia de todo jeito, mas vestida de noiva é a primeira vez.

Servidor2: Eu atendi ela. Você não sabe da pior: quem vai passar na perícia é a outra. A noivinha é a acompanhante, é a que tá bem da cabeça.
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Apressadinho e confuso

Um segurado que teve sua aposentadoria concedida na hora não se conformava em não receber seu dinheiro imediatamente. Foi informado de que deveria esperar, em casa, a carta de concessão, emitida pela Dataprev, indicando o dia em que seu pagamento estaria disponível.

Não conformado com a situação, ia todos os dias à agência requerer o tal documento e sempre ouvia a mesma explicação: tinha que esperar pela carta de concessão emitida pela Dataprev.

Um dia, revoltado, falou bem alto:

Segurado: E qual é essa data prévia que a tal de Conceição marcou? Nem isso vocês podem me dizer?

terça-feira, 18 de outubro de 2011

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Entrevista rural

Segue diálogo entre o servidor e o segurado durante uma entrevista rural:

Servidor: O senhor faz o que da vida?

Segurado: Quem, eu?

Servidor: Sim, o senhor.

Segurado: Eu trabalho na roça, meu filho.

Servidor: O senhor já trabalhou em outra coisa que não fosse roça?

Segurado: Quem, eu?

Servidor: Sim, o senhor.

Segurado: Não, meu filho, a vida toda trabalhei na roça.

Servidor: O que o senhor planta?

Segurado: Quem, eu?

O servidor, já meio nervoso, informa ao segurado:

Servidor: Olha, o senhor não precisa ficar o tempo todo perguntando “quem, eu?”. Só estamos nós dois aqui. Eu e o senhor. Portanto tudo o que eu perguntar é para você. O senhor entendeu?

Segurado: Quem, eu?
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Colhendo a impressão digital

Segurado analfabeto, com problema de surdez, comparece para protocolizar seu benefício rural.

Após a conclusão da entrevista, que com muito custo foi realizada com a ajuda do irmão do segurado, a servidora vai coletar a impressão digital do segurado.

Como todo cidadão geralmente faz quando é apresentada a almofada do carimbo, o segurado molhou somente a ponta do dedo.

Após muito gesticular para o segurado molhar todo o dedo, a servidora começa a falar com ele.

Servidora – Só a pontinha não!

Sem sucesso, repete subindo o tom.

Servidora – Só a pontinha não!

Ainda sem sucesso, sobe mais o tom de voz:

Servidora – SÓ A PONTINHA NÃO! COLOCA TUDO!

Após este sonoro aviso ao segurado, percebe alguns colegas rindo na agência, além de vários segurados…
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Crise na advocacia?

Segurada requer benefício na condição de segurada especial.

Durante a realização da entrevista, servidor verifica que ela é casada.

Questionada sobre a profissão do marido, a mesma informa que ele é advogado.

No tópico sobre a existência de renda, perguntada sobre se o marido possui renda, a mesma apresenta a seguinte pérola:

Segurada – Olha, meu marido é advogado. Mas tem mês que ele não recebe nada devido a crise na advocacia.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

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Reclamação – Argolão no Narizão

Segue texto entregue para o servidor de OI referente reclamação do segurado. Está escrito exatamente da forma como o segurado redigiu.

“Dia 03 de Outubro de 2011

Eu estava no balcão quem estava me servindo era o Denésio.

Passou um senhor de idade e um mais novo com argolão no narizão.

Se trata de uma pessoa desrespeitar a imagem do ser humano, da própria pessoa.

Se trata dele comer capim no pasto cavando cerca que tem outro gado que tem dono.

Se trata de venta criação.

Parte de respiração de um ser humano.

Isso faz parte de quem não rouba mas está começando a fazer parte do vandalismo.

Agora faz parte do povo fazer um abaixo assinado, fazendo justiça que não deixem essas pessoas entrarem no meio ambiente.

O segurança não deixe entrar em nenhuma repartição.

Falta de um policial chegar com educação tirando tudo isso que está no corpo dele.”

sábado, 15 de outubro de 2011

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Milagre filmado

Para quem não acredita em milagres, segue abaixo um vídeo que demonstra que sempre acontecem!


Segundo fontes não identificadas, o cidadão, curado pelo corcel amarelo, estava chegando em uma APSBI - Agência da Previdência Social de Benefício por Incapacidade, para realizar sua perícia médica...

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

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Milagre na porta da agência

Segurado aparentando menos de trinta anos vem até a agência, com par de muletas, andando vagarosamente até a entrada.

Depara-se com as escadas e, ao lado, a rampa de acesso.

Decide subir as escadas pois, apesar de mais trabalhoso, é mais curto o caminho.

Após vagarosos minutos de muito sofrimento ultrapassa os 7 degraus e chega na porta, onde está a dupla de vigilantes ao lado do portal detector de metais, quando seu telefone celular toca.

Eis o que se pôde ouvir da conversa:

Segurado – Alô. Sou eu sim. Cara$%#$. Não acredito. Já vou.

Desliga o celular e comenta com os vigilantes.

Segurado – Meu pai sofreu um infarto. Vou nessa!

Após, pega as muletas e milagrosamente sai correndo pelas escadas em direção ao carro, estacionado do outro lado da rua…

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

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Nome da Genitora

Servidor inicia o atendimento e verifica que o cadastro da segurada encontra-se incompleto.

Segue o diálogo:

Servidor – Minha senhora, estou atualizando seu cadastro. Qual o nome da sua genitora?

Segurada – …

Servidor – Insisto, qual o nome da sua genitora?

Segurada – Eu preciso falar mesmo?

Servidor – É claro! Seu cadastro precisa estar correto para que a senhora possa receber o benefício.

Segurada – Bom, meu marido chama minha genitora de “perseguida”.
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Em favor(?) da parte autora…

Servidor recebe ordem judicial para revisar benefício do autor para inserção de período empregatício.

Analisando o caso, verificou-se que haviam vínculos em duplicidade computados, com consequente duplicação de renda no PBC do benefício. Após fazer a revisão, ajustando os vínculos e incluindo o período judicial, a renda mensal reduziu de R$ 1.927,37 para R$ 1.634,45.

Segue redação do ofício enviado ao juiz:

“Em atenção ao ofício em referência, informamos que foram identificados vínculos empregatícios duplicados no período básico de cálculo do benefício do autor xxxxxx, sendo que, após ser processada revisão para correção dos vínculos e inclusão do período judicial, a renda mensal passou de R$ 1.927,37 para R$ 1.634,45.

Em vista disso, comunicamos que implantamos em favor da parte autora um complemento negativo de R$ 13.127,78, conforme discriminativo em anexo.”

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

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Chinês desconfiado

Chinês com dificuldades no idioma pede para falar com o gerente da agência sobre sua perícia.

Chinês – Médico tá desconfiando de mim. Mèdico tá desconfiando de mim.

Gerente – Por que?

Chinês – Médico falava: “vila pa lá, vila pa cá, levanta a camisa” (e levanta a camisa no meio do saguão, com a APS cheia). Depois disso ainda me deu esse documento pa eu leva po meu médico. Médico do INSS tá desconfiando de mim.

Gerente – Olha, não é que ele está desconfiando. De repente, o seu caso é de aposentadoria por invalidez e o senhor não sabe. Pode ser que o médico do INSS precise só de mais informações…

Depois disso, o chinês saiu todo contente para buscar as informações da SIMA.
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Pedido de revisão

Razões de pedido de revisão:

"Escassez de recursos, o benefício que hoje recebo é insuficiente para atender o minimo das minhas necessidades; pagamento de aluguel, alimentação e medicação.....................................por esses motivos solicito um benefício de R$ 2.715,00 para atender às mínimas necessidades."
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Recurso de B87

Segurada expõe, por escrito, as razões do recurso de B87.

" hérnia de disco lombar-cervical, artrose, bico de papagaio, tendinite,
artrite, gastrite, duodenite, bursite, psoríase, A.T. M. no buco maxilar,
hipertensão, sou alérgica a vários medicamentos, colesterol alto e
triglicerídeos, faço tratamento psiquiátrico, gordura no fígado*."

* traduzido para o português porque a grafia original estava
de doer.....huauahua


terça-feira, 11 de outubro de 2011

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Vínculo Aberto

Segurado se dirige até a servidora para efetuar o acerto de cadastro antes da perícia médica.

Servidora abre o sistema, dá uma conferida na carteira de trabalho e verifica que o vínculo empregatício do mesmo encontra-se em aberto no sistema, ao contrário do que está na carteira.

Diligentemente, a mesma avisa:

Servidora – Meu senhor, o seu vínculo está aberto.

O segurado dá aquela olhada pra baixo, ajeita o zíper da calça e encara a servidora com cara de quem não está entendendo nada…

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

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Auxílio-Doença – Problema grave

Segurada idosa, após ser chamada pelo servidor, inicia a sessão reclamação:

Segurada – Ai meu filho, tô mal.

Servidor nada responde e continua fazendo o cadastro da cidadã.

Segurada – Ai meu filho, tô mal.

Servidor “na dele”, atualizando cadastro.

Segurada – Ai meu filho, tô mal.

De tanto escutar os lamúrios da segurada, o servidor não aguenta e pergunta:

Servidor – O que a senhora tem ?

E escuta a resposta:

Segurada – Ai meu filho, tô mal. To com Leitemaniose.

domingo, 9 de outubro de 2011

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Recurso Auxílio-Doença – Ursa Maricos

Segurada alega em fase recursal que está impossibilitada de trabalhar por estar com ursa maricosa, entre outros problemas.

Após muito consultar com os colegas e pesquisas com os médicos, verificou-se que o problema era úlcera (ursa) varicosa (maricosa)…
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Denúncia Ouvidoria – Dançarino

A segurada anonimamente vem relatar que o sr. "xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx”, recebedor do benefício “xxxxxxxxxxxxx” não está doente.

Ele finge na perícia, deixando o cabelo crescer e indo sem tomar banho.
Inclusive ele vai dançar todo final de semana!
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